Mostra Cultural 2025: Saberes Originários e Ancestrais

Você já parou para pensar que tudo o que você sabe sobre respeito, sobre cuidado, sobre estar no mundo… veio de alguém? E essa pessoa aprendeu com outra, que aprendeu com outra, que aprendeu lá atrás, num tempo que a gente nem conheceu, mas que ainda pulsa aqui, agora, em cada gesto nosso. Sua ancestralidade não é só passado. Ela é o presente que te sustenta. São fios invisíveis que nos ligam a quem veio antes e a quem ainda vai vir.

Em 2025, o Matéria Prima mergulhou fundo no tema Saberes Originários e Ancestrais como algo vivo, pulsante e urgente. Ao longo do ano, abrimos espaço para que cada aluno e aluna pudesse investigar sua própria raiz. De onde vieram seus pais? Quem eram seus avós? Que línguas falavam, que comidas faziam, que histórias guardavam? Essa jornada convidou as famílias para uma escavação afetiva. Porque valorizar a ancestralidade é também valorizar quem está aqui, agora, sustentando a vida com as mãos.

No Ateliê de Artes Visuais, "Saberes que moram no colo: a casa de vó como raiz" foi o ponto de partida para um mergulho coletivo nas memórias afetivas. Aquele cheiro de bolo no forno, a textura do sofá da sala, o pote de biscoito sempre cheio, o quintal com chão de terra batida, lugares que, na verdade, são sentimentos.

Os povos originários nos mostram, há séculos, que o conhecimento não está só nos livros ou nas universidades. Ele está no ato de cozinhar com as mãos e a intuição, de cantar para curar, de agradecer antes de colher. Esses saberes nos lembram que somos parte desse mundo, não os donos dele. Que o tempo é cíclico, não linear. Que a memória é coletiva. E que educar é reconhecer que todos temos algo a ensinar e algo a aprender. Porque no fundo, todos nós somos feitos de muitos. 

Quer dar uma olhadinha e conferir como foi? 

Confira! 

Por Comunicação Inst Eurofarma 21 de julho de 2026
 No último mês, os estudantes do Matéria-Prima participaram de um momento especial de troca e aprendizado com a apresentação dos projetos desenvolvidos nos ateliês. A atividade reuniu alunos e educadores para compartilhar ideias, experiências e os percursos construídos ao longo das atividades. Além de apresentarem os resultados finais, cada grupo teve a oportunidade de explicar seu processo de criação, ouvir diferentes perspectivas e receber feedbacks de forma respeitosa e colaborativa. Durante as apresentações, habilidades como comunicação, criatividade, trabalho em equipe e pensamento crítico foram colocadas em prática, tornando o momento um espaço de diálogo e construção coletiva do conhecimento. Ao valorizar não apenas o resultado, mas todo o caminho percorrido, a iniciativa reforçou a importância da colaboração e da troca de experiências como parte essencial do processo de aprendizagem.
6 de julho de 2026
 O Instituto Eurofarma realizou mais uma edição da Festa Junina do Matéria-Prima , proporcionando às crianças um dia de celebração da cultura popular brasileira, com brincadeiras, comidas típicas e atividades desenvolvidas pelos próprios participantes. Os preparativos começaram semanas antes do evento e fizeram parte da proposta pedagógica. Inspiradas nas obras do artista Alfredo Volpi e na leitura do livro Gentileza, as crianças confeccionaram bandeirinhas com mensagens sobre respeito, acolhimento e convivência, que deram origem a um mural coletivo utilizado na decoração da festa. O resultado foi um ambiente construído de forma colaborativa, em que cada detalhe refletia o envolvimento e a criatividade dos alunos. O Arraial do Matéria-Prima reforça o compromisso do Instituto Eurofarma em utilizar a cultura como ferramenta de aprendizado, valorizando o protagonismo das crianças e promovendo experiências que estimulam a criatividade, a convivência e o desenvolvimento integral.
Por Comunicação Inst Eurofarma 6 de julho de 2026
Iniciativa conectou jovens do Instituto Eurofarma a colaboradores da Eurofarma e fortaleceu o desenvolvimento profissional 
Por Comunicação Inst Eurofarma 18 de junho de 2026
Os cursos de Iniciação Profissional do 1º semestre do Instituto Eurofarma estão chegando à reta final, e os alunos apresentaram os trabalhos que marcaram a conclusão dessa etapa de aprendizado. No curso de Pacote Office, os estudantes criaram apresentações sobre a viagem dos sonhos. Samuel Maia de Queiroz escolheu o Japão como tema e destacou a experiência: “Foi a primeira vez que apresentei um trabalho desse tipo, então foi uma experiência muito importante para mim. Pesquisar sobre a cultura e os lugares que sonho conhecer foi muito divertido.” Já no curso de Preparação para o Mundo do Trabalho, os alunos desenvolveram projetos em grupo sobre empregabilidade. Um dos temas apresentados foi “Como Conseguir o Primeiro Emprego: Currículos e Vagas”. “O trabalho já está bem estruturado, com os tópicos definidos e uma ideia clara de como será a apresentação em slides. Sinto que estou ganhando cada vez mais experiências, o curso me ajudou bastante nesse processo e eu me sinto muito feliz por isso.”, disse Maria Luiza Ribeiro Alexandrino . As apresentações encerraram um ciclo de aprendizado e desenvolvimento, permitindo que os estudantes compartilhassem seus conhecimentos e refletissem sobre os próximos passos de suas trajetórias.
Por Comunicação Inst Eurofarma 15 de junho de 2026
Aprender sobre história, cultura e território pode acontecer de muitas formas. Para as crianças do Matéria-Prima, essa experiência ganhou novos contornos durante um passeio pelo centro de São Paulo, onde a cidade se tornou um espaço de observação e descobertas. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer locais que fazem parte da história da capital, como a Catedral da Sé, o Marco Zero de São Paulo e o bairro da Liberdade. Além de visitar esses espaços, observaram como a cidade se transformou ao longo do tempo e quem ajudou a construir sua história. Durante a atividade, temas como ocupação urbana, diversidade cultural e formação dos territórios foram abordados de forma prática, aproximando os conteúdos das vivências e da realidade observada ao longo do caminho. O passeio foi encerrado no Museu das Favelas, onde as crianças tiveram contato com exposições que proporcionaram a oportunidade de conhecer diferentes olhares sobre a construção da cidade e o papel das periferias nessa trajetória.  Ao caminhar pela cidade e conhecer diferentes narrativas, ampliaram seus olhares sobre a cidade e sobre as pessoas que fazem parte dela.
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